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Entenda os desafios, e se prepare para oferecer ambientes seguros.
Com o advento das tecnologias exponenciais que estão sendo implementadas no ecossistema de saúde de maneira gradual até a fatalidade da pandemia do COVID-19 os executivos de TI tiveram que acelerar projetos estratégicos de longo prazo, praticante para 30 à 90 dias de implementação.
O panorama do mundo mudou e consequentemente os desafios de um CIO Digital também, com isso, novos CASES, novas abordagens, novas metodologias e uma nova abordagem de gestão das equipes eclode para que a Saúde 5.0 sai de uma simples tendência, para virar realidade absoluta.

Pelo contexto de Internet das Coisas, você já pode imaginar como a conectividade de aparelhos deve acontecer nas áreas da saúde. Aliás, em todas elas. Mas, especificamente em medicina, dada a necessidade dos serviços e softwares necessários para diagnosticar e tratar pacientes, houve um avanço tanto no número de dispositivos médicos conectados quanto na sua velocidade de captura e transmissão de dados.
O processo de digitalização de prontuários de pacientes também é algo que teve de ter sido acelerado a toque de caixa, dada a situação da pandemia no mundo e à alta propagação do corona vírus no Brasil. Afinal, o Brasil já vinha começando a digitalizar os dados de pacientes, de forma lenta e descentralizada, antes da COVID-19, mas diante do grande desafio, foi necessário, também, correr contra o tempo nesses processos.
Outra grande aliada da medicina em tempos de COVID-19 é a telemedicina, que, de maneira remota, auxilia a desobstruir clínicas e hospitais graças a consultas que podem ser feitas a distância.
Focada em tornar o setor ainda mais potente no País, a Mendelics, por exemplo, desenvolve Sequenciamento de Nova Geração por meio de Inteligência Artificial desde 2012 e criou o exame “Teste da Bochechinha” para complementar o teste do pezinho, possibilitando a detecção de mais de 310 doenças raras em bebês e crianças. Já a Prevent Senior pesquisa quais serão os impactos de saúde nas gerações descendentes, analisando os pacientes na faixa dos 80 anos e que fazem parte da primeira geração de imigrantes no Brasil.
Na visão de Chao, até 2025 o ecossistema da saúde estará totalmente transformado, existindo uma série de serviços e habilidades atualmente inexistentes ou incipientes como: telemulticare domiciliar, telediagnóstico, telejunta, telemonitoramento, hospitais digitais conectados e uma educação digital em multicompetências (EDM) que capacitará esses profissionais para essa nova realidade:
O professor Chao Leng tem uma visão concreta de como o ecossistema da saúde estará montado em 2025. Ele vê um espaço virtual que armazenará os dados (nuvem digital segura), que incluirá: portabilidade clínico geral, centros de convenções digitais, bibliotecas digitais, entre outros, tudo interligado com fibra ótica e utilizando conexão 4G e 5G. Na sua concepção, esse ecossistema reunirá uma série de ativos de diferentes segmentos e conhecimentos da cadeia da saúde.
As tecnologias exponenciais digitais vão ampliar atuação dos profissionais da saúde. É o que chamamos de Diagnostic Health Techs e Treatment Health Techs, dois novos métodos que utilizam Data Science, Inteligência Artificial, Cognificação, Optical Devices, Impressão 3D, Robótica, Cybersecurity, entre outras tecnologias.
Todos os benefícios gerados pelo uso de informações na medicina, o paciente é dono de seus próprios dados. Neste cenário precisamos garantir segurança e consentimento conforme LGPD e melhores práticas.
Artigo criado por: Valtir Junior, Account Senior Manager na Nereidas IT
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